Caros leitores, vocês podem notar que ao lado desta página está encerrada a nossa primeira enquete. Agradecemos muito aos que se dispuseram a opinar. A votação foi modesta, mas as opiniões, que acreditamos ser sinceras, dão um sinal das tendências avaliativas que rondam o quadro político atual na Canabrava. 65% por cento declararam ruim a nossa política e 10% a declararam muito ruim. A soma indica que 75% dos votantes reprovam a política no pé da serra. Apenas 20% a avaliam como boa ou ótima e 5% a tem como regular. Eliminando-se as opções extremas "muito ruim" e "ótima" é fácil concluir que nessa enquete nossa política vai de medíocre a ruim. Mas é lógico que o número de votantes não nos permite chegar a uma avaliação sensata e global. Esperamos que na próxima enquete as dezenas de IPs que acessam o boca do inferno semanalmente contribuam emitindo a sua opinião. Há braços!
26 fevereiro 2010
A MORAL DE REBANHO PETISTA
Há pessoas na Canabrava que inspiram certo respeito, que pela própria trajetória política e pela coerência de princípios sempre mobilizavam sentimentos de cidadania na população. Entre essas raras pessoas com perfil de liderança costumávamos destacar Tarcísio Machado. Até o atual momento, nada depõe contra a honestidade e a retidão do médico e ativista político canabrabeiro a não ser a pusilanimidade que o acometeu depois que o PT chegou ao poder no Pé da Serra. O vereador Tarcísio, ao que parece, acha que a gestão atual não precisa mostrar as contas, mostrar a quem paga e quanto paga, por isso até o momento não soltou o seu famoso jornalzinho, divulgando salários e cargos da prefeitura. Pô, vereador, transparência é só para adversário? Afinal, qual é o problema dessa gente? Será que agora a filiação ideológica os obriga a abdicar da coerência e das convicções? Os obriga a seguir como rebanho petista? Há braços!
25 fevereiro 2010
LULLA E OS DITADORES
Depois de fazer um discurso patético nas Nações Unidas, que mostra sua face real, um discurso de gente medíocre, Lulla partiu para Cuba, onde o governo brasileiro investiu meio bilhão de reais, além do fornecimento de assessoria técnica, na reconstrução do porto de Ariel. Mais uma vez o nosso dinheiro serve para financiar ditadores criminosos. Poucas horas antes de Lulla desembarcar na ilha de Fidel morria o preso político Orlando Zapata Tamayo, depois de uma greve de fome de 85 dias. Tamayo, negro, pedreiro,fora preso e condenado a 32 anos de prisão tão somente por discordar da turma do ditador Fidel e por pedir liberdade em Cuba. Deixaram-no morrer de fome e de sede. Assassinaram-no! Lulla, o cara, havia acabado de pedir na ONU que o mundo alisasse a cabeça do governo corrupto e repressor de Cuba. Questionado sobre a morte do preso político por jornalistas que acompanhavam a visita de Lulla , Raul Castro, com um cinismo típico de ditadores asquerosos, simplesmente disse que lamentava muito. Que a culpa era dos Estados Unidos, que não havia presos políticos nem tortura em Cuba etc (dá vontade de vomitar). Detalhe, a imprensa cubana fez silêncio sobre o infortúnio do pedreiro Tamayo. Mas a quem se dirigia o atual membro da dinastia Castro no poder, quando disse tais disparates? A cabeça podre e perversa de Raul Castro é tão acostumada a maquiar a podridão do regime cubano que sequer corou com a afirmação tão absurda, tão irreal que fez. Então foi assim: os americanos prenderam Orlando Zapata, sem motivo plausível, em uma prisão do governo cubano, torturam-no anos a fio e, por fim, o deixaram morrer de fome e sede. Vejam onde chega a picaretagem desse ditador.
Bonito foi ver Lulla ao lado do chefe cubano, com cara de paisagem, fazendo de conta que 2+2 são 6. O presidente brasileiro havia acabado de impor condições , na ONU, para aceitar a democracia hondurenha, duramente pisoteada pelo Itamarati e pelos bolivarianos. Surreal? Não tem jeito, a gente sempre acaba voltando para a discussão da surrealidade. Por esse viés, não custa nada acreditar que, provavelmente, mais tarde Lulla foi tomar algumas doses de Havana Club e fumar um bom e caro charuto Cohiba Behike, ele e Fidel, com os pés descansando sobre o cadáver frio de Orlando Zapata Tamayo. Há braços!
Bonito foi ver Lulla ao lado do chefe cubano, com cara de paisagem, fazendo de conta que 2+2 são 6. O presidente brasileiro havia acabado de impor condições , na ONU, para aceitar a democracia hondurenha, duramente pisoteada pelo Itamarati e pelos bolivarianos. Surreal? Não tem jeito, a gente sempre acaba voltando para a discussão da surrealidade. Por esse viés, não custa nada acreditar que, provavelmente, mais tarde Lulla foi tomar algumas doses de Havana Club e fumar um bom e caro charuto Cohiba Behike, ele e Fidel, com os pés descansando sobre o cadáver frio de Orlando Zapata Tamayo. Há braços!
24 fevereiro 2010
O MUNDO LUMINOSO DE AVATAR
Na verdade, Avatar combina algumas ideias já apresentadas no filme Matrix: os robôs soldados gigantes, guiados por militares (interface homem/máquina), a conexão online a outro mundo e a visão catastrofista da humanidade. Em Avatar, a conexão é um pouco mais ampla. Não apenas os humanos se conectam a um corpo de Na'vi chamado avatar, feito em laboratório com a finalidade de interagir com os nativos, mas todos os animais do planeta têm naturalmente um cabo de conexão que lhes permite unir-se com os demais seres vivos. Por trás das imagens e criaturas fantásticas, o filme discute algumas questões: os seres em conexão com seu mundo muito lembram a ideia original do termo religião, do Latim religare, ou seja, unir-se novamente ao universo, ao todo, conectar-se novamente. E é mesmo muito cerimoniosa a relação do povo Na'vi com seu mundo. Além desse lado místico, casado com aquele ecologismo primitivo a la Greenpeace, o filme retrata a iniciativa privada e o exército americano como os vilões da história. É o velho antiamericanismo que os liberais de hollywood insistem em embutir aqui e acolá em certas produções cinematográficas. Do interior do mundo dos vilões sairá o mocinho Jake Sully, que se envolverá com Neytiri uma espécie de princesa guerreira Na'vi. Depois do real ataque às Torres Gêmeas, em certo 11 de setembro, agora, para hollywood, o inimigo da américa sai preferencialmente de suas próprias hostes, Obama que o diga. O enredo é fraco, previsível, mas no geral a obra é encantadora. Vale como um sonho curto, porém excitante. Há braços!
23 fevereiro 2010
ODORES DA "DEMOCRACIA" PARTICULAR
Recebemos informações aqui de que o Deputado Federal Zezéu vai ser um dos financiadores da Seac. Aliás, ao que parece, o deputado tem feito o papel de interlocutor do núcleo duro do poder canabrabeiro e certamente vai ser "democraticamente" imposto ao rebanho petista do pé da serra como candidato único a Deputado Federal. É bom lembrar aos canabrabeiros que não custa nada dar uma consultada na Corregedoria da Câmara dos Deputados e na internete como um todo para constatar que o tal deputado é aquele do "escândalo das notas frias", denunciado pela Folha de São Paulo em 2009, cuja finalidade era ter acesso à verba indenizatória a qualquer custo. Há braços!
22 fevereiro 2010
O REALISMO FANTÁSTICO LULLISTA
Na semana passada a imprensa divulgou que Lulla vai visitar a ditadura cubana, mais precisamente o "companheiro" Fidel Castro. É engraçado ver como a imprensa brasileira se silencia sobre as conexões PT/Cuba. O site do Yahoo, que é lullista até a tampa, informa sobre a viagem de Lulla "para visitar o amigo" de forma tão cândida que a gente fica imaginando como o episódio da interferência brasileira em Honduras pode ser ignorado. Naquela ocasião, o petismo tentava plantar Manuel Zelaya no poder, aquele fazendeiro do chapelão que queria rasgar a constituição hondurenha apoiado por Chaves, Correa, Morales e Ortega, a qualquer custo. Lulla, numa inversão absurda da ordem dos acontecimentos ocorridos em Honduras, dizia maquiavelicamente que o Brasil não podia aceitar ditaduras na américa latina como se em Honduras houvesse a gestação de uma ditadura levada a cabo pelo presidente interino Micheletti. Como se viu, lutava-se em Honduras pela manutenção da democracia que Zelaya (protegido de Lulla e de Chaves) tentara destroçar no melhor estilo chavista. O curioso, o realismo fantástico, o surreal de tudo isso é Lulla proteger Cuba, a mais antiga ditadura das Américas. É a imprensa anunciar a viagem de Lulla, para visitar a ditadura do amigo Fidel, como se não existissem contradições no gesto. Besteira, para Lulla e sua turma (inclui-se aí 80% da imprensa) há democracia até demais nas ditaduras dos amigos! Há braços!
21 fevereiro 2010
EMPRESA DÁ GOLPE EM UIBAÍ E ROUBA DINHEIRO DO POVO
No final do mês de novembro de 2009, atraídos pelo anúncio feito pela Câmara de Vereadores de Uibaí, oferecendo cursos profissionalizantes, pais de família dirigiram-se à Câmara de Vereadores para fazerem a matrícula de seus filhos, pagando um valor equivalente a R$ 20,00. Dias depois, os pais voltaram ao local para pegar o material e saber onde seria o local de funcionamento das aulas. Foram informados de que o responsável pela Empresa, o senhor Leandro André S. Cruz, consultor de Marketing da empresa “QUALIFICA”, havia desaparecido sem dar explicações e levando o dinheiro de aproximadamente 35 cidadãos uibaienses. O presidente da Câmara foi questionado várias vezes por quase todas as vítimas, que pediam providências e nada foi feito até então. A pergunta que os cidadãos vítimas desse golpe fazem é: por que a Câmara de Vereadores não tomou nenhuma atitude em defesa desses cidadãos? Sabemos que são representantes do povo, são eleitos para defender a ética e a cidadania. Por que estão calados, e tratando esse golpe como se fosse normal? Será que a câmara acha normal o cidadão ser lesado? Já se passaram quase três meses e nada foi feito, as vítimas estão indignadas.
19 fevereiro 2010
A DIFERENÇA ENTRE PUBLICIDADE E REALIDADE
A maioria dos governos, sobretudo os mais sem vergonha, aprende logo de cara a investir pesado em publicidade. Sabem eles que o povo segue geralmente o que está mais vivo na memória. Assim, boa parte do dinheiro público é despejada em agências de publicidade que se encarregam de criar sobre a realidade degradante, produzida pela ausência do poder público, uma capa paradisíaca... Uma imagem positiva, vencedora, cheia de abundância. Criam, portanto, uma falsa realidade atraente e cobrem com ela a degradação, a decadência e tudo mais que componha o gênero, mantendo na memória do povo a presença constante dessa falsa realidade.
Dissemos em mais de um texto deste caderno que aquela história da autosuficiência energética, dos biocombustíveis, do pré-sal etc., era eleitoreira, era mais bravata política do que realidade. Pois bem, a Petrobras publica agora no seu blog "fatos e dados" (esse é o nome, embora haja lá mais política e publicidade do que fatos e dados) que importou este mês 1,2 bilhão de barris de gasolina. Ué, mas a Petrobras não é autosuficiente? O Brasil não é o novo rei do petróleo?
As desculpas são as mais esfarrapadas. O fato é que quem tem autosuficiência não precisa importar, ou o sentido de "autosuficiente" mudou? Que a Petrobrás é uma empresa poderosa e eficiente a gente não questiona, mas que, insuflada pelo petismo, ela aprendeu a investir em propaganda como ninguém isso não se pode ignorar. Há braços!
18 fevereiro 2010
BOCA DO INFERNO -50: O MITO DE SÍSIFO
Diz o filósofo Albert Camus que o trabalho de Sísifo é inútil e desesperançoso. Nesse ponto discordamos do autor de "O estrangeiro". Ser não é desesperançoso, nem inútil. Ser apenas é! O trabalho de Sísifo é o trabalho de Sísifo porque Sísifo é Sísifo e pronto! Sísifo é um mito grego. Refere-se ao rei da Tessália que desrespeitou Zeus com a finalidade de conseguir uma fonte de água para seu povo, e conseguiu. Como se vê, a despeito da política de hoje, Sísifo era um bom líder... Um verdadeiro político. Por ter desrespeitado o deus maior, buscando beneficiar sua comunidade, Sísifo foi condenado a um castigo eterno. Lançado ao Hades, uma espécie de reino dos mortos grego, ele se viu obrigado a conduzir uma imensa rocha ao topo de uma inclinada montanha e sempre que chegava ao cume a rocha rolava para o sopé novamente, obrigando o heroi mítico a recomeçar o duro trabalho por toda a eternidade.Nosso esforço aqui no Boca do Inferno, tem algo do Mito de Sísifo. Não é inútil, nem sem esperança. É o que é! Não nos torna melhores ou piores do que os outros, mas nos faz ser o que somos: o Boca do Inferno. Galgamos a encosta íngreme da nossa montanha, rolando a nossa imensa rocha, arrastando com o esforço ervas daninhas e venenosas. E não só enquanto subimos ao cume, mas também quando descambamos de lá, deixamos ao longo da encosta o rastro descampado onde se pode ver a realidade nua e crua, livre do batume da hipocrisia, da mentirada política ou de algo que o valham. Como diz Camus, há momentos em que mirando o rosto extenuado pelo esforço é possível perceber que Sísifo e sua pedra colossal se fundem como uma coisa só. Seria diferente com o Boca do Inferno? Há braços!
17 fevereiro 2010
ESTUDANTES VIRA-LATAS ESTÃO DE VOLTA!
É deprimente! É uma lástima! Mas, como sempre, na república bolchevique petista, onde os revolucionários são burgueses com o dinheiro dos outros e capitalistas do dinheiro público, a matilha amestrada pelo PT e congêneres só mostra a cara quando ouve o comando de cima. Hoje, no DF, uma trupe de estudantes foi entregar um bolo e uma carta aberta para Lulla na qual diziam que o Jesus Cristo de Garanhuns foi acusado no caso do mensalão do PT sem provas; que ninguém provou nada e que, portanto, Lulla é inocente e não iria, dessa forma, defender e nem receber os mensaleiros do Distrito Federal. Os tais estudantes se referiam a Paulo Otávio, o substituto de Arruda no governo de Brasília. Nem precisa dizer que os vira-latinhas estavam fazendo serviço encomendado pelo petismo. Paulo Otávio, raposa velha, no caso, tenta abrir um diálogo com o Governo Federal, como forma de segurar o seu espaço político na Capital do País... Um desperdício de tempo. Na verdade, a estrutura política em forma de máfia, montada por Roriz e pela turma do DEM, que ocupava o governo de Brasília foi implodida. Não resta nada! Não há saída! O que os vira-latas petistas e similares estão fazendo é chutar cachorro morto com finalidade unicamente eleitoral. Quanto maior o mal cheiro no ar, mais fácil manipular o povo. Manter acesa na memória do eleitor a imagem desprezível da ninhada de ratos que se fartava no GDF não só rende votos como também esconde os podres do petismo e aliados. Há braços!14 fevereiro 2010
LULLA, O IMPOLUTO
"Fiquei chocado com o filme do Arruda recebendo dinheiro. É uma coisa absurda imaginar que, em pleno século 21, ainda vemos isso no Brasil". A fala em destaque é de Lulla. Esta semana, quando perguntado sobre o escândalo de corrupção no DF, Lulla soltou essa pérola. Nós aqui ficamos perplexos com a cara de pau do presidente. Lulla, o impoluto, dando lição de moral! Só pode ser piada mesmo. O chefe de todo esquema do mensalão do PT em 2005 era quem? Quem disse Zé Dirceu errou feio! Era Lulla mesmo. Tudo estava sendo feito com a anuência do chefe maior da trupe do PT. Só que Lulla não era principiante como Arruda. Arruda é um bandido otário. Já havia caido feito trouxa na truta da adulteração do placar eletrônico do Senado e repetiu os mesmos erros agora, liderando abertamente a bandalheira. Erros assim Lulla, macaco velho que é, jamais cometerá. No PT existe aquela cultura de mandar gente para o sacrifício. Algo como os homens-bomba do Hamas e da Alcaeda. Então os chefões sempre ficam livres. Em casos como o mensalão do PT, havia uma extensa fila de homens-bomba e laranjas se despedaçando em nome da causa e protegendo os chefes. Naquela época, Lulla assistiu em silêncio seus homens-bomba voando pelos ares, um a um. Explodiu um Delúbio aqui, um Silvio Pereira acolá. Do outro lado um Genoíno, mais a frente um Dirceu, um João Paulo, um professor Luisinho. E cada malandro que explodia afastava ainda mais o problema do seu eixo central. Assim, Lulla se livrou de um impeachment. Mas o dinheiro que esse pessoal movimentou dava para bancar pelo menos uns oitenta escândalos iguais ao de Brasília. Tendo em vista a vultosa quantia de dinheiro público que o PT manipula por meio de suas organizações de fachada, a gente acaba achando que Lulla ficou chocado mesmo foi com a quantidade de dinheiro que Arruda estava recebendo no filme. Era uma ninharia! O cara se queimou por causa daquela merreca? É pixote mesmo! É burro! Diria um Lulla chocado! Há braços!
12 fevereiro 2010
O CARNAVAL DE ARRUDA
O Natal do governador de Brasília, todo mundo já sabe que foi tocado a panetone. E não faltou panetone para quem quis. Houve gente estufando as meias com panetone, gente levando panetone na cueca, em saquinhos de padaria, em tabletes, em maços, nos bolsos etc. Depois de um Natal tão gordo, tão festivo, a turma "resolveu" passar o Carnaval recolhido em selas de luxo na sede da Pólícia Federal e a alimentação carnavalina não poderia ser mais simbólica: pizza. É isso, Arruda e parte de sua turma passa o Carnaval na cadeia comendo pizza, a espera de que lá fora tudo termine em pizza... A espera de que o fogo pagão do Carnaval devore os rastros criminosos de seu governo e que na quarta feira de cinzas, o DF seja um imenso e inócuo borralho.A justiça agiu bem! Impediu que a movimentação dos corruptos maquiasse o entulho podre que gerencia a capital do País. Pena que não agiu da mesma maneira quando ocorreu o mensalão do PT. Se tivesse agido com eficiência, ou quem sabe com isenção, daquela vez, talvez o Carnaval de Arruda fosse mais animado. Talvez tivesse um bloco dos mensaleiros, conduzido por Lula, Zé Dirceu e Genoíno, com uma excelente bateria da propina comandada por mestres Delúbio e Valério e uma comissão de frente animada por, João Paulo, Palocci, Silvinho do Land Hover, Pedro Henri, José Janene, Waldemar Costa Neto, além, é lógico, de Roberto Jefferson puxando o samba enredo e exaltando as alegorias. Iria rolar muitas brincadeiras. O Brasil é foda mesmo! Como dizia Tom Jobim: "O Brasil não é para principiantes;"!!! Há braços!
10 fevereiro 2010
A NOSSA REALIDADE SURREAL
No século XX, os europeus enveredaram pelo surrealismo, essa coisa notavelmente pós-freudiana, como rota de fuga da realidade. A rigidez de costumes e a domesticação mental de toda ordem sofreram ataques frontais das práticas surrealistas em todas as frentes possíveis, mas, sobretudo no terreno da arte e da linguagem. Bem, isso não é novidade. Encher a bolha imaginária da realidade com as coisas mais improváveis e mais despropositadas passou a ser, digamos, normal. Depois dos poemas absurdos dadaístas e dos mictórios artísticos de Duchamp tudo vale, tudo significa e a lógica é só mais uma alternativa um tanto conservadora.
Na América Latina, o que os europeus chamaram de surrealismo recebeu designações distintas. Alguns chamam de realismo mágico, outros o nomeiam como realismo alucinado, realismo fantástico, realismo mítico etc. Por aqui, o que recebeu nome de surrealismo na Europa tem tintas bem diferentes e, segundo o escritor cubano Alejo Carpentier, "encontramos em estado bruto, latente, onipresente em tudo que é latino-americano".
Ocorre que no mundo novo, nessa imensa América espano-lusitana, realidade e imaginação muitas vezes não se separam nem se sobrepõem, como nos faz crer a preposição francesa “sur” (sobre, em cima, acima) que compõe o vocábulo “surrealismo”, levando-nos a entender algo que está sobre, em cima ou acima do real, que por tanto não é necessariamente o real. Não por acaso os teóricos locais, exploradores da nossa singular realidade, nomeiam o surrealismo dessas paragens como realismo, adjetivando-o conforme a particularidade do olhar. Não é que há algo além do real ou sobre ele, eis a diferença, é que o real comporta muitas esquisitices mesmo e, para um europeu, essas esquisitices reais soariam como algo além do real ou mesmo impossíveis, num ambiente soldado com a crosta dos séculos ao império da sobriedade racional e lógica.
No mundo latino a que nos referimos essa realidade que fere nosso alicerce eurocêntrico é abundante, mormente na política. Vamos a alguns exemplos clássicos: em 1883, o general mexicano Antonio Lopes Santana foi eleito presidente da república. E começou a mandar exigindo que fosse chamado de “Sua Alteza Sereníssima”, depois decretou o dia do seu aniversário como feriado nacional, por fim, tendo perdido uma perna numa batalha, organizou um grande funeral para a perna. Isso é real, é história. Tem mais: a história registra que um presidente boliviano chamado Melgarejo vendeu um terço do território nacional para comprar dois cavalos brancos; o ditador do Haiti, Duvalier mandou exterminar todos os cachorros pretos do país por acreditar que um dos seus inimigos, para não ser reconhecido, havia se transformado em um cachorro preto. Na Venezuela, Juan Vicente Gomes mandava anunciar periodicamente a sua morte para depois ressuscitar; o Peru já contou em certa época com dois presidentes em um só mandato; Na Argentina, o presidente Perón se casou com uma dançarina de cabaré. Após a morte de presidente, a garota de cabaré assumiu o posto do mandatário e nomeou para o Ministério do Bem-estar Social o terrorista José Lopes Veja, notório pelos crimes de sequestro, espoliação e demais delitos. Eis então a realidade extravagante e exótica do mundo em que vivemos. Fatos reais e inacreditáveis.
No mundo latino a que nos referimos essa realidade que fere nosso alicerce eurocêntrico é abundante, mormente na política. Vamos a alguns exemplos clássicos: em 1883, o general mexicano Antonio Lopes Santana foi eleito presidente da república. E começou a mandar exigindo que fosse chamado de “Sua Alteza Sereníssima”, depois decretou o dia do seu aniversário como feriado nacional, por fim, tendo perdido uma perna numa batalha, organizou um grande funeral para a perna. Isso é real, é história. Tem mais: a história registra que um presidente boliviano chamado Melgarejo vendeu um terço do território nacional para comprar dois cavalos brancos; o ditador do Haiti, Duvalier mandou exterminar todos os cachorros pretos do país por acreditar que um dos seus inimigos, para não ser reconhecido, havia se transformado em um cachorro preto. Na Venezuela, Juan Vicente Gomes mandava anunciar periodicamente a sua morte para depois ressuscitar; o Peru já contou em certa época com dois presidentes em um só mandato; Na Argentina, o presidente Perón se casou com uma dançarina de cabaré. Após a morte de presidente, a garota de cabaré assumiu o posto do mandatário e nomeou para o Ministério do Bem-estar Social o terrorista José Lopes Veja, notório pelos crimes de sequestro, espoliação e demais delitos. Eis então a realidade extravagante e exótica do mundo em que vivemos. Fatos reais e inacreditáveis.
Mas por que essa digressão toda? Exatamente para falar de exotismos atuais. Chaves, por exemplo, criou o "novo socialismo". O socialismo bolivariano, eivado de inspiração cubana, consiste em socializar a falta. Todo mundo agora tem direito, na Venezuela, à falta de energia, falta de água, falta de alimentos, falta de infraestrutura básica, falta de liberdade etc. Naquele país que Chaves afunda, a falta abunda. Com rima e tudo! Isso não é mesmo surreal? Mas só Chaves? O que dizer do esforço do governo democrático brasileiro para criar uma ditadura em Honduras? O que dizer do esforço do governo do Brasil, historicamente pacifista, para proteger um ditador do Irã que se propõe a produzir armas nucleares com fim de eliminar outros países? O que dizer de um presidente que faz propaganda dizendo que a educação é o valor mais importante, que o governo dele foi o que mais investiu na criação de universidades e ao mesmo tempo se gaba de não ter estudado, de não gostar de ler? O que dizer de um governo que financia o país produtor da cocaína que é vendida nos morros brasileiros e que produz a maior parte da violência e morte no Brasil?
Essa coisa toda é muito imaginativa e cheira mesmo a loucura. Como diz o surrealista Breton: "Não é o temor da loucura que vai nos obrigar a içar ao meio pau a bandeira da imaginação". Mas é bom lembrar que há loucuras que extrapolam os limites e caminham friamente para os piores sentimentos e ações humanas . Há braços! alan
Essa coisa toda é muito imaginativa e cheira mesmo a loucura. Como diz o surrealista Breton: "Não é o temor da loucura que vai nos obrigar a içar ao meio pau a bandeira da imaginação". Mas é bom lembrar que há loucuras que extrapolam os limites e caminham friamente para os piores sentimentos e ações humanas . Há braços! alan
08 fevereiro 2010
MASSA E IDENTIDADE
A gente ouve diariamente esse pessoal aboletado em correntes de esquerda falar de vontade popular, controle social, desejo das massas ou coisas que o valham. E muitos deles falam com tal paixão que a gente até esquece de olhar com cuidado para os próprios termos utilizados. No momento atual, ninguém se dispõe a problematizar a validade de tais conceitos e a coisa vai fluindo, vai ganhando solidez até que uma direção política resolve institucionalizar o tal poder das massas. E na verdade o que essa direção faz é abrir uma frente de representação de interesses ideológicos restritos a um grupo no mais das vezes alheio às massas, até porque o tal desejo das massas e a vontade popular não são determináveis. Vontades e desejos são coisas pouco apreensíveis quando se referem a povo e massa. Baudrillard dá a direção para que comecemos a refletir sobre tais impossibilidades:
“Querer especificar o termo massa é justamente um contra-senso - é procurar um sentido no que não o tem. Diz-se: “a massa de trabalhadores”. Mas a massa nunca é a de trabalhadores, nem de qualquer outro sujeito ou objeto social. As “massas camponesas” de outrora não eram exatamente massas: só se comportam como massa aqueles que estão liberados de suas obrigações simbólicas, “anulados” (presos nas infinitas “redes”) e destinados a serem apenas o inumerável terminal dos mesmos modelos, que não chegam a integrá-los e que finalmente só os apresentam como resíduos estatísticos. A massa é sem atributo, sem predicado, sem qualidade, sem referência. Aí está sua definição, ou sua indefinição radical. Ela não tem “realidade” sociológica. Ela não tem nada a ver com alguma população real, com algum corpo, com algum agregado social específico” ...
O que fazem as correntes de esquerda? Arranjam obrigações simbólicas para constituir a massa em povo, o povo em militância, a militância em partido, o partido em poder. E quando conseguem atingir um momento de hegemonia como o faz agora mesmo o PT no poder, mantém o povo e a massa no lugar de sempre: no silêncio, na opacidade e indefinição, mas, dessa vez, capturadas, em parte, por uma identidade construída, por obrigações simbólicas inculcadas que as fazem reagir ao chamado das lideranças emergentes tão somente durante as crises que ameaçam o poder constituído, para apagar o incêndio e sustentar a elite petista no poder.
Vontade popular não existe fora do jogo ideológico. Onde estão a UNE, a CUT e suas respectivas massas? Ora, seus representantes (digo, representantes das identidades inventadas) estão pendurados em pencas no poder central e à espera de qualquer ordem central para movimentar as partículas solitárias amontoadas dentro das cercas ideológicas levantadas pela identidade inventada.
Como diz Baudrillard: “Na representação imaginária, as massas flutuam em algum ponto entre a passividade e a espontaneidade selvagem, mas sempre como uma energia potencial, como um estoque de social e de energia social, hoje referente mudo, amanhã protagonista da história”... Entre o silêncio e o barulho, entre a subordinação e a violência, entre a ordem e o levante habita esse monstro inominável, esse Pantagruel rabelaisiano, estoque de tudo, sempre aberto a abraçar identidades e sempre à beira de explodir as representações impostas. Há braços!
04 fevereiro 2010
POVO SE REVOLTA CONTRA HOSPITAL
Chega-nos aqui a feliz notícia de que a comunidade das Caraibas começa a se movimentar para por um fim às práticas desrespeitosas, com a saúde dos cidadãos, persistentes dentro do Hospital de Irecê. Conforme denuncia a população, médicos açougueiros praticam horrores no hospital. O descaso na área de neonatal tem revoltado a população mais do que qualquer coisa. Conforme as notícias que nos chegam, o Conselho Regional de Medicina não mexe o rabo para nada, confirmando uma espécie de conivência corporativa. Nós pensamos diferente. Não vamos julgar o Conselho Regional de Medicina antes de saber se a Delegacia Regional está informada sobre a situação da área neonatal do Hospital Regional de Irecê e quais as providências está tomando. Para todos os efeitos nós divulgamos aqui, para os interessados, como encontrar esse pessoal do Conselho Regional de Medicina aí em Irecê:Dr. Jefferson Luciano Batista de Oliveira
Dr. Antonio Carlos Oliveira Almeida
Dr. Marciel Dourado Franca
Dr. Allan Batista de Oliveira
Dra. Joelma Vaz Bastos de Matos
Dra. Edda Patrícia Pinto de Carvalho
Funcionária: Milene Rocha
Endereço: Rua Cel. Terêncio Dourado, nº 187/ 102B, Centro , Irecê – BA, 44900-000
Telefone: (74) 3641-4189
02 fevereiro 2010
DIREITOS HUMANOS UNILATERAIS
Esse ministro Paulo Vannuchi, dos "Direitos Humanos" precisa ser internado. A lavagem cerebral bolchevique que ele sofreu ao longo dos anos não lhe permite enxergar nada além do maniqueísmo tosco esquerda/direita. Delira como um Talebam e o delírio bloqueia a sua capacidade de vislumbrar as próprias contradições. Vannuchi, o desvairado, joga para debaixo do tapete da História todas as atrocidades que a ditadura cubana produziu. Para ele, parece que não existem as centenas de pessoas que foram mortas em Cuba. A venezuela, então, é o berço da democracia. Aliás, seu chefe Lulla já havia dito que há democracia demais na Venezuela. Ui, Ui, Ui... Panfleto, panfleto, panfleto. Esse é o significado dos pontos polêmicos do tal PNDH3. Panfleto sem-vergonha!
Insistir no papo de remover unilateralmente o entulho da ditadura, por exemplo, tem um propósito: abrir espaço para rotular pessoas dentro do lá e cá mental da esquerda. Eles precisam de um inimigo, de um alvo para fazer proselitismo político. Remoer a história da ditadura não tem a ver com busca da verdade. Todo esse pessoal está cansado de saber a verdade. Ditaduras são abomináveis, inclusive as supostas "ditaduras do proletariado", porém não é o que pensa essa gente. Estando no poder, o qual costumava usar como alvo político, esse pessoal precisa achar outro alvo para fazer panfleto e por em circulação a ideologia do partido. Estamos feitos! Há braços!
SOBRE OS LEITORES DO BOCA DO INFERNO
No rastreamento de acessos realizado no último mês, contamos o registro de 2.413 IPs, isso mesmo, dois mil quatrocentos e treze computadores acessaram o boca do inferno nos últimos trinta dias. Desses 2.413, um mil quinhentos e vinte e um (1.521) computadores são da Bahia. Os outros se dividem entre Brasília, Goiás, demais estados e alguns países da América e Europa. A gente gostaria muito mesmo de agradecer o interesse desses leitores e dizer que, embora não possamos nos dedicar como pretendemos ao Boca do Inferno, fazemos de tudo para sempre oferecer um espaço democrático de reflexão, crítica e atitude cidadã. Nem tínhamos pretensão de atingir tanta gente. Obrigado, galera! Thank you! Gracias! Grazie! Há braços!31 janeiro 2010
A MERDA DO GALEGUIM DOS ZÓI AZUL
O galeguim do zói azul, Jaques Wagner, aprovou uma moção de apoio ao tal ministro dos direitos humanos, Paulo Vannuchi. O ministro entende um bocado de direitos humanos, ele fazia parte, nos anos sessenta, de uma organização política que praticava sequestros, assaltos a bancos, assassinatos entre outras bobagenzinhas humanitárias. O apoio é especificamente àquela patacoada autoritária chamada PNDH3. O plano que quer instituir a censura, neutralizar a justiça, que, diga-se de passagem, já é uma merda e fortalecer as ações criminosas do MST, entre outras "amenidades". O documento do governo baiano quer instituir a perseguição à liberdade de expressão. E, como sempre, vem com aquele eufemismo chamado "controle social". Só que cotrole social para vigaristas idiotas como Nelson Pelegrine e demais petistas agarrados às tetas do poder é a mobilização, sob a ordem do partido, de cupinchas e capas aboletados em organizações sociais de fachada ou manipuladas, para latir e cacarejar contra qualquer atitude ou ação que contrarie o projeto autoritário de poder do PT. Por que o galeguim dos zói azul não aprova uma moção de repúdio às atrocidades de Hugo Chaves ou do castrismo em Cuba? Esses caras defendem Direitos Humanos? Uma ova! O bolivarismo segue firme na Bahia, e o pior é que ainda há quem vote nessa corja. Há braços!MANADA
Agora
Uibai no petismo
Nepetismo, nepo
Nopetismo, tismo
Nepotismo, nepo
Nopotismo, tismo
No pote
No pito
No torpe
No
Not
Niet
Nient
Niil
Nada
Uibaí
Continua sendo uma manada
2009
30 janeiro 2010
BOCA DO INFERNO- 49: FOI QUANDO APRENDI A RIR DE MIM!
Eu li umas quatro vezes "O apanhador nos campos de centeio", obra de J.D. Salinger, isso foi há muito tempo. Penso que nos últimos suspiros da adolescência. E como eu gostei de pensar a cada leitura que era Holden Caulfield, o personagem principal, um adolescente vivendo num colégio interno com um humor e uma ironia arrazadoras. Holden era, ao mesmo tempo, a intolerância a certo modo de vida, o tédio e a inteligência encarnados numa das fases mais intensas da vida. Sorri muito com o mau humor do personagem de Salinger, de como ele debochava da inocência e da presunção reinantes no seu meio. "O apanhador nos campos de centeio" é um romance de formação, ou melhor, do fracasso do modelo que a sociedade dispunha como base de formação. Estão lá todas aquelas inquietações adolescentes, toda aquela coisa de contrariar, de jogar areia no que parece legal e perfeito. Toda aquela necessidade de transgredir, tendo o indivíduo como eixo central.
J.D. Salinger, o recluso escritor americano, morreu esta semana aos 91 anos. Aprendi um bocado com Salinger. Aprendi a rir de mim mesmo e do mundo, sem remorso, sem mágoas. Deixei de ser palhaço triste e ressentido, coisa que a filosofia nietzschiana reforçaria mais à frente: "existem tantos grandes pensamentos que apenas fazem o mesmo que um fole: inchando, aumentam o vazio". E fui andar na rua, em plena manhã, com uma lanterna à procura de Homens! E nada mais me surpreendeu tanto, nem o fato de conhecer tão poucas pessoas que leram "O apanhador nos campos de centeio". Há braços! alan machado
28 janeiro 2010
SOBRE O CONCURSO SUSPENSO
Poucos dias antes da realização da prova, o concurso público da prefeitura de Uibaí, que estava marcado para ser realizado dia 29 de novembro de 2009, foi adiado. Entre as desculpas arroladas no decreto de adiamento divulgado pela administração do município está a de que três vereadores locais entraram na justiça contra o processo seletivo, pedindo sua suspensão. Fomos comunicados aqui que os vereadores responsáveis pela ação são da base do prefeito. Duvidamos que seja. Num caso desses, um bode expiatório cai melhor. A prefeitura ao que parece agiu de forma cordata diante da ação dos vereadores e dia 23 de novembro decretou a suspensão do concurso e o deixou sem nova data. Muito estranho!
Se a sabotagem do concurso fosse coisa da oposição, vá lá, poderíamos supor que a finalidade era fazer uma média com os eleitores que vivem de boquinhas públicas e ganhar a simpatia de um ou outro vira-latas dentro da prefeitura. Mas se realmente foi coisa articulada pela base aliada, o que pensar? O concurso incomoda! Vejamos: a máquina municipal, semelhante à administração anterior, está inchada de companheiros e um concurso reduziria significativamente o poder de certos políticos sobre muitas pessoas, já que, uma vez concursadas, essas pessoas estariam protegidas do assédio e das pressões exercidas pelos mandachuvas. Mas por que se arriscar com uma manobra tão explícita, que contraria o que os atuais donos do poder defenderam insistentemente quando estavam na oposição? Ora, é óbvio! Entre começar um ano eleitoral com a prefeitura inchada de possíveis eleitores e iniciá-lo com um monte de funcionários independentes, protegidos por leis trabalhistas e cheios de autoestima pegando no pé, é melhor deixar de lado essa história de concurso, pelo menos até passar as eleições. A propósito, vocês viram algum vereador da base se descabelando de indignação? Nem vão ver! Desse modo, senta que lá vai boi de piranha! Querem enganar quem? Há braços!
27 janeiro 2010
IDEOLOGIA DO ROUBO
No ano passado vimos a ação do MST em São Paulo que resultou na destruição de uma fazenda da Cutrale. A imagem de um trator, guiado por integrantes do MST, destruindo os pés de laranja da fazenda bem como as imagens de equipamentos destruidos correram o país. Neste caderno, o qual condenou a ação, apareceram alguns comentários em defesa do MST, revestindo o ocorrido com pura ação ideológica e minimizando o caráter criminoso da ação. Pois bem, a Folha de São Paulo de hoje noticia o resultado de uma operação da polícia paulista realizada ontem, na qual foram presos "o ex-prefeito de Iaras Edilson Grangeiro Xavier (PT), a vereadora Rosimeire Pan D'Arco de Almeida Serpa (PT) e o marido dela, Miguel da Luz Serpa. De acordo com a polícia, além de participarem, os três foram os responsáveis pela coordenação da invasão da fazenda" (Folha online, 27-01-10).O que a Folha não noticiou é que na referida operação a polícia apreendeu nas casas dos presos muitos sacos de fertilizantes e defensivos da fazenda Cutrale e equipamentos também pertencentes à Cutrale. Como se pode notar, a coisa não é meramente política, é criminosa. É também coisa de ladrão comum. De repente, isso faz parte mesmo da ideologia dessa gente. Há braços!
25 janeiro 2010
COMPLEXO DE VIRA-LATAS
Foi o sagaz Nelson Rodrigues quem cunhou a expressão: complexo de vira-latas. Esse pernambucano de alma sibilina e prosa saborosa era exímio observador do espírito humano. Numa crônica esportiva de 1958, ele explica o pendor que o brasileiro tem por se autodepreciar, por se colocar em posição inferior, negligenciando o seu verdadeiro potencial. Na crônica, expressava tal entendimento referindo-se ao futebol e ali mesmo nomeou essa característica do brasileiro como complexo de vira-latas. Ocorre que o tal complexo de vira-latas, se bem observado, se estende a qualquer manifestação social do brasileiro. Do meio escolar ao político, do futebol à ginástica, essa coisa negativa impede o brasileiro de exercitar o seu talento, a sua capacidade, o seu potencial com a justiça devida. E o pior, quem faz diferente, quem vai além logo ganha a pecha de arrogante, de metido, de autoritário ou algo que o valha.
Em Uibaí, por exemplo, o ideal é que você seja subserviente a alguém. O melhor é que você, embora capaz e inteligente, mostre-se sempre obtuso, de prontidão para bater pau para algum picareta ou grupelho ridículo... É sempre mais conveniente que você abra mão das suas convicções em função de alguma boçalidade. Pensar independentemente é repugnante; fazer diferente é desprezível. O ideal é você parecer sempre pior do que é. O ideal é você agir como um vira-latas. Há vira-latas bastantes no pé da serra e eles não são tão nocivos quanto aquelas pessoas com complexo de vira-latas. Os vira-latas são o que são, a história e a falta de recursos os tornaram o que são e eles já não se incomodam, não têm ambição de ser mais do que aparentam, principalmente porque não podem! Já os que carregam o tal complexo de vira-latas são perigosos, trabalham o tempo todo para transformar gente com dignidade em vira-latas. São vingativos, são reativos... Não precisam se comportar como vira-latas, mas o fazem com prazer e viram verdadeiros capitães do mato a perseguir e a cercear qualquer coisa que ofende a viralatice, qualquer gesto de independência. Esses são realmente nocivos: mobilizam recursos e mobilizam matilhas. Tudo com a finalidade de extinguir o que não for viralatice. Tudo com o intuito de viralatizar a Canabrava. Para essa gente, o mundo se resume a balançar o rabinho e baixar a cabeça. Ainda bem que Nelson Rodrigues nos deixou um chicote para dar nessa gente canina. Há braços!
23 janeiro 2010
O FIM DA VIGARICE AMBIENTAL
A fábrica de dinheiro chamada "Aquecimento Global" está desmoronando. Os vigaristas que vendem selo verde, atestados de ambientalmente corretos para empresas e abocanham altas verbas mundo afora com esse papo de aquecimento global estão em polvorosa. A farsa publicitária agoniza. O fato é que os organismos internacionais de pesquisa científica sobre clima e ambiente resolveram dar um basta na farra desses verdes que preferem o verde dos dólares. Vários institutos já admitem que há exagero e muita distorção publicitária na conversa que se vem construindo sobre as mudanças climáticas ao longo dos últimos dez anos.
A preservação do meio ambiente é fundamental. Ninguém discorda de que um rio com peixes e água fresca é melhor do que o Tietê com aquele cheiro maravilhoso. Quem não prefere uma paisagem verde e uma manhã florida, com muitos passarinhos, em vez de um amanhecer com buzinas e freadas, numa paisagem carregada de plástico e lixo industrial?
Nesses dez anos de terrorismo ambiental, com base no tal aquecimento do planeta, o que mudou na paisagem? Nada! Aliás, mudou alguma coisa sim: os agentes do terrorismo ambiental ficaram podres de ricos. Mas felizmente essa vigarice está caindo no descrédito. Ocorre que não dá mais para sustentar o discurso sem tomar prejuízos. Há poucas semanas, o MEC, por exemplo orientou que todos os livros didáticos que tivessem a expressão "aquecimento global" fossem atualizados com a expressão "mudanças climáticas". De fato, uma expressão bem menos alarmista. Mudanças climáticas ocorrem desde sempre no planeta. A intensidade delas também nunca foi constante e crescente. As mudanças sempre foram variáveis e caóticas é o que a análise do solo e do gelo colhido em grandes profundidades mostra. O esquema do "aquecimento global", como vem sendo imposto, é uma invenção de políticos sustentada por todo tipo de vigaristas porque rende muita grana e poder. Há braços!
Nesses dez anos de terrorismo ambiental, com base no tal aquecimento do planeta, o que mudou na paisagem? Nada! Aliás, mudou alguma coisa sim: os agentes do terrorismo ambiental ficaram podres de ricos. Mas felizmente essa vigarice está caindo no descrédito. Ocorre que não dá mais para sustentar o discurso sem tomar prejuízos. Há poucas semanas, o MEC, por exemplo orientou que todos os livros didáticos que tivessem a expressão "aquecimento global" fossem atualizados com a expressão "mudanças climáticas". De fato, uma expressão bem menos alarmista. Mudanças climáticas ocorrem desde sempre no planeta. A intensidade delas também nunca foi constante e crescente. As mudanças sempre foram variáveis e caóticas é o que a análise do solo e do gelo colhido em grandes profundidades mostra. O esquema do "aquecimento global", como vem sendo imposto, é uma invenção de políticos sustentada por todo tipo de vigaristas porque rende muita grana e poder. Há braços!
21 janeiro 2010
AVERIGUANDO O BOCA DO INFERNO
Averiguando o Boca do Inferno: uma clicada do fotógrafo italiano Leonardo Cairo. Na imagem: alan machado diante da foto original, de Anairam Gamper, que ilustrou a capa do primeiro número do boca do inferno, em 1998.
A ARTE DE ABANAR O RABO DEPOIS DE UM CHUTE
Na ilustração: Coragem, o cão covarde. Vira-latas são bichos escolados nas hostilidades mundanas. Invariavelmente, eles são vítimas de toda sorte de maus-tratos. Isso faz parte da estratégia de sobrevivência desses caninos.Quando têm dono, (todo vira-latas tem dono até porque eles sempre adotam um na marra) o grau de subserviência que demonstram nos gestos e nas atitudes perante seu senhor, leva indiferentemente o proprietário a se sentir no direito de transformá-lo em bode expiatório das suas frustrações diárias. Então, cotidianamente, o vira-latas angaria do sujeito a quem é fiel uns bons chutes na cara ou pontapés nas costelas e o que ele faz? Rasteja, baixa a cabeça e balança o rabinho cheio de consentimento e amor. Vira-latas não são seres humanos, mas existem seres humanos vira-latas. Uibaí, por exemplo, tá cheio de vira-latas bípedes. Além dos vira-latas atrelados ao covil do poder local, há um ou outro cachorro bípede com algum pedigree, mas esses sofrem do complexo de vira-latas e aceitam sua cota de chutes e pontapés diários e, como qualquer vira-latas, danam a balançar o rabinho depois dos maus-tratos. Mas a gente ainda retorna a esse assunto, especificamente ao complexo de vira-latas. Porque pior do que ser vira-latas é ter complexo de vira-latas . Há braços!
18 janeiro 2010
EM SINTONIA COM O REBANHO
O sujeito, daqueles que ainda têm o toco do rabo, alega no emeio que a gente “desconhece inteiramente” a realidade rural do município. Nossa, como deve ser difícil conhecer a “realidade da área rural” de Uibaí. Deve ser muito complexo mesmo, coisa para um século de estudos... É o jeito a gente ir fazer graduação em História lá em Feira de Santana para ver se ganha o “dom”. Se não funcionar, pelo menos uma coisa a gente vai aprender: falar asneira em idioma sofrível.
O nosso amigo, que parece ser profundo conhecedor de nada (haja visto o tanto de “até aonde eu sei”), diz o básico no emeio e, ao que parece, ele não sacou bem o sentido do que disse : o sindicato “é a entidade proponente do projeto da Seac para fins legais, sendo a REALIZAÇÃO de todos os grupos e entidades que se manifestarem interessados”. Qual o sentido disso? Ora, é óbvio: nós gerenciamos a grana e os outros fazem o trabalho! E não é assim que os mocós gostam? Que coisa linda. A turma da libertação vai dar uma condecoração para o nosso amigo. Ele diz também que o sindicato foi escolhido de forma democrática. Nós acreditamos! É aquele tipo de democracia que o PT costuma praticar: leva um monte de cupinchas com posição fechada para a reunião, o capapreta faz a proposta combinada, espera as propostas divergentes, depois leva à votação, com resultado já pré-determinado. O teatro cínico de sempre.
No fim do emeio, achando poucas as besteiras despejadas, o nosso super-hiper-ultra conhecedor dessa coisa complexa (dificílima!) que é a realidade da área rural de Uibaí soltou mais uma pérola para fechar a conversa: os critérios de escolha do sindicato foram a “capacidade de organização burocrática” e “representatividade”. Pelo desfecho, dá para perceber que a reunião foi realmente muito séria. Ninguém tem capacidade de organização burocrática para organizar Seac além do sindicato e ninguém também representa a cultura melhor do que o sindicato. É para rir dessa coisa inteligente? UI, UI, UI... Vai bater pau assim lá em Mirorós! Como costuma dizer Julieta: VALA, MEU PAI! Para conviver com esse tipo de figura, é preciso estar disposto a se surpreender diariamente com as coisas mais bizarras. Há braços!
17 janeiro 2010
DIREITOS HUMANOS E BOLIVARISMO PETISTA
O lullismo viu no PNDH a oportunidade de institucionalizar estratégias da ideologia bolivariana no país. O Brasil não é a Venezuela, mas Lulla bem que gostaria de ser Chaves, então a gente pode ler lá no novo PNDH a tentativa silenciosa de estabelecer a censura e controlar a imprensa e a tentativa de neutralizar a justiça diante das ações de movimentos como o MST e similares. A gente sabe que o bolivarismo de Chaves preza ditaduras e despreza democracias. A gente sabe que a liberdade de expressão e a justiça são pilares da democracia, portanto, as primeiras coisas a serem destruídas por agentes do totalitarismo. Foram exatamente esses pontos que governos de inspiração bolivariana atacaram na América Latina. Países comoVenezuela, Bolívia, Argentina, Equador e Nicarágua, por exemplo, estrangularam ou trabalham para estrangular a liberdade de expressão e a justiça. Como se pode ver, a série de boas intenções do PNDH agora carrega brechas que podem se tornar rombos na democracia brasileira. Ficar calado diante disso é caminhar para a margem contrária dos direitos humanos. Há braços!
16 janeiro 2010
O GRÊMIO CULTURAL E A BOÇALIDADE
Não era para a gente estar aqui falando de gente idiota, de imbecis medíocres, que quando não nos fazem rir com os gestos descabidos e esdrúxulos, nos dão náusea. Mas ocorre que o poder uibaiense continua na mão de gente idiota e de imbecis medíocres e como o poder se instala num espaço público e é alimentado com o dinheiro público, nos vemos na necessidade de dizer umas e outras a essa gente desprezível. Ah, sim, o assunto deprimente aqui é a tal Maria Sopão. A sujeita fisiológica e truculenta como já dissemos milhares de vezes chegou ao Grêmio Cultural Voz do Povo querendo atendimento vip, atendimento de autoridade, pode? E queimou ruim porque o pessoal que se revezava no bar para atender com igualdade e respeito o público presente não foi lamber a sua mão e fazer cortesia. Maria Sopão é uma lástima, um lixo de referência. Podem ter certeza de que a Canabrava piora com esse tipo de representação. Insatisfeita, a "autoridade" Maria Sopão foi reclamar com o dono do Grêmio... é isso, ela acha que toda propriedade é privada e que todo mundo tem que ter um dono, ela acha que é dona do pedaço também. Foi exigir tratamento respeitoso (dá vontade de rir) uma peça daquela indo exigir tratamento respeitoso... (kkkkkkk). Não sei a reação do suposto dono do Grêmio: se vomitou ou se caiu na gargalhada, mas uma coisa é certa: se levou a cena a sério é porque deve ser imbecil, idiota e mediocre como Maria Sopão. Há braços!
O HAITI E OS BOLIVARIANOS
O Haiti é um caos há muito tempo. O Brasil tem até uma missãozinha militar lá, desde o governo FHC. Mas o caos em que vivia o Haiti, virou selvageria, virou algo indescritível depois do terremoto desta semana. Morreram centenas de milhares de pessoas e os corpos se decompõem nas ruas. O Haiti é uma nação negra da América Central que foi abandonada pelos colonizadores e pelo mundo faz bastante tempo. A desgraça do Haiti é triste e lamentável, mas serve para desmascarar alguns demagogos: os bolivarianos de Hugo Chaves que tanto latiram querendo dar golpe em Honduras, dizendo que se preocupavam com o povo hondurenho, o que fizeram e o que fazem pelo Haiti? Nada! A preocupação com os povos oprimidos da América acabou? Pois então, o "grande satã" Estados Unidos enviaram de pronto um navio com 800 médicos, 3 mil soldados, uma porrada de bombeiros e ainda 100 milhões de dólares. E Chaves que vive cacarejando preocupação com a América Latina fez o que mesmo? Ah, sim , fica difícil fazer revolução bolivariana por lá e os petrodólares venezuelanos só servem para alimentar ditadores e promover ditaduras, então o Haiti que se dane. Há braços!
15 janeiro 2010
AÇOUGUE MACABRO EM IRECÊ
Recebemos vários emeios aqui nos dando conta de que o Hospital de Irecê, principalmente na área de neonatal, se tornou um açougue asqueroso. Isso é grave! Dizem que os chefes da carnificina são responsáveis pelas mortes de muitos bebês, por pura imprudência e bandidagem mesmo. Os açougueiros tratam com desprezo as gestantes e depois que levam os bebês a óbito, por pura negligência, falsificam os relatórios e a causa mortis, é o que diversos leitores têm dito a esta redação. Seria o caso de a população da região exigir uma investigação rigorosa do Conselho Regional de Medicina e do Ministério Público. Seria o caso de o prefeito Zé das Virgens convocar a direção do Hospital para prestar esclarecimentos e exigir a apuração de todas as mortes que vem ocorrendo no Hospital. O povo agradeceria muito se o poder público cumprisse a sua obrigação e se os médicos (a se confirmar as denúncias) cumprissem pelo menos o Juramento de Hipocrátes. Com relação a Uibaí, cuja comunidade se beneficia do Hospital Regional de Irecê, nunca vimos nenhuma preocupação das administrações passadas e da atual com respeito à forma como o cidadão é tratado no hospital. O médico e ex-vereador Vilmar Domingos, o médico e vereador Tarcísio Machado dizem o quê sobre o tratamento horripilante dado aos cidadãos uibaienses no hospital de Irecê? Do tal "dotô" Vilmar não esperávamos nada mesmo, mas o médico e vereador Tarcísio tem sido uma decepção. Aliás, já recebemos um horror de emeios aqui cobrando o tal jornalzinho do vereador com os cargos e salários da atual administração e nada. O silêncio com os problemas do hospital de Irecê pode ser ideológico já que ambos os médicos são da mesma agremiação política do prefeito de Irecê, mas nada o justifica.
Em fevereiro de 2003, o Boca do Inferno já denunciava o descaso na área neonatal do hospital de Irecê. A crônica de rui de oliveira, com o título "Negligência natural", expunha o desrespeito que uma gestante da Quixabeira, em vias de dar a luz, sofreu até ser atendida e ter o bebê saudável, de 4k, morto. Uma coisa abominável. Tão abominável quanto fazer silêncio diante de crimes e do mau uso do dinheiro público apenas por questões ideológicas. dioniso tamanduá
09 janeiro 2010
BOCA DO INFERNO 48
COMO SE PERPETUAR NO PODER? Bonecos de mamulengo
O processo de perpetuação da turma petista no poder segue uma metodologia. A tática foi pensada e elaborada por Antonio Gramsci, quando esteve na prisão e consiste em substituir a busca do poder pelo uso direto força bruta e pela sabotagem terrorista (desenvolvidas por Lenin como ação de militância) por infiltração silenciosa e construção ideológica em todas as instâncias do Estado e da sociedade. Assim, os petistas contaminaram as igrejas, universidades, sindicatos, associações, ordens etc. Desse modo, do STJ às faculdades de Direito, da mais longínqua aldeia indígena ao mais técnico ministério, do mais inexpressivo sindicato a mais singela associação, do panfleto mais vagabundo ao mais expressivo meio de comunicação encontramos o germe da anuência ou mesmo da defesa severa e pouco crítica de todas as movimentações que o governo geral do PT vem executando para se eternizar no poder. O reflexo do que estamos dizendo está presente em todo lugar. Em Uibaí, por exemplo, um sindicato medíocre que nunca se mobilizou concretamente em defesa dos trabalhadores, que jamais participou de atividades culturais no município agora, por interesse explícito da trupe de mocós que está no poder, foi imposto como o gestor da futura Semana de Arte e Cultura de Uibaí. Já que a diretoria de cultura da prefeitura é um fracasso, já que os cabeças do núcleo duro do poder são podres culturalmente, são ignorantes... a quem entregariam as verbas e financiamentos que possivelmente serão destinadas para a execução de uma Semana de Arte eleitoreira, bem mais agressiva do que a que foi realizada em 2004? Certamente não entregariam aos grupos que efetivamente produzem cultura ou a Aupac, associação que tem procurado manter a cultura viva no município e que inclusive participa da política cultural da região e do estado. O poder interessa mais do que a cultura, é lógico, por isso as verbas têm que ser controladas, sobretudo em ano eleitoral, será por quê? Agora vêm as perguntinhas que ficam pinicando o cérebro: e a tal dissidência que se diz oposição, o que diz da manobra que jogou o sindicato no lugar dos legítimos representantes do movimento cultural de Uibaí? Não diz nada! E o silêncio deles fortalece quem? Naturaliza o quê? Perpetua que tipo de prática? Há braços!
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